28/11/2006
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SÃO PAULO - Os agentes da Polícia Federal receberam, do Google, ferramentas especiais para investigar a ocorrência de crimes no Orkut.

As ferramentas fornecem à Polícia engines avançados de busca para identificar páginas suspeitas de publicar conteúdo ilegal (pedofilia, racismo, etc.) e dá preferência às denúncias feitas pelos agentes ao Google.

Com os recursos, o Google espera agilizar a retirada de páginas que desrespeitam a lei do ar. As ferramentas disponibilizadas pela PF ainda estão em fase de testes e devem ser anunciadas oficialmente em uma semana.

Há pouco mais de um mês, o Orkut estreou novas características em seu site de relacionamentos para aumentar a segurança das comunidades. Uma delas foi permitir a “donos” de comunidades compartilhar a moderação do conteúdo com até outros dez usuários.

Escrito por Cynara Peixoto
Governo
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SÃO PAULO - A organização NIST.org apontou falhas de segurança nas aplicações corporativas do Google, o Google Search Appliance e o Google Mini.

Ambas aplicações são usadas por bancos, universidades e grandes empresas para prover serviços de busca em seus sites corporativos ou redes de dados.

De acordo com a NIST.org, a maneira como os aplicativos lêem determinados caracteres é falha e pode permitir que o sistema forneça resultados de busca equivocados. O principal perigo, diz a NIST, é confundir links externos (da internet) com links internos (corporativos).

O erro pode levar o sistema a apresentar ao usuário como confiáveis links de terceiros, que podem ser links para códigos maliciosos. Na opinião da NIST, a falha abre uma brecha para a ocorrência de phishing e scams.

Após da denúncia da NIST, um porta-voz do Google em Mountain View disse que a empresa estava orientando seus clientes sobre o modo correto de usar as aplicações para evitar sua exploração por crackers. O Google disse ainda que não registrou nenhuma ocorrência de phishing ou scam por falha de suas aplicações corporativas.

Fonte: Info

Escrito por Cynara Peixoto
Outros
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SÃO PAULO - A Universidade de Toronto, no Canadá, prepara um software que permitirá aos usuários driblar mecanismos de censura na web.

Batizado de Psiphon, o software deve ser publicado na web no começo de dezembro e visa impedir que provedores e redes de telefonia bloqueiem o acesso a determinados conteúdos bem como impeça estes organismos de saber quais sites o usuário visitou.

O Psiphon funciona como uma rede de relacionamentos sociais. Um usuário localizado em um país onde não há censura na web deve baixar o Psiphon e adicionar contatos de pessoas que estão em países sob censura.

Assim, o programa torna o computador do “usuário livre” um ponto de acesso para os “usuários censurados”, que podem, por meio da conexão do “usuário livre”, acessar qualquer site e publicar qualquer conteúdo sem ser identificado pelas autoridades de seu país.

O programa encripta os dados de conexão do “usuário censurado”, permitindo às autoridades do país censor saber apenas que aquele usuário se conectou a outro, mas as impede de investigar quais sites visitou e quais conteúdos publicou.

Os dados encriptados ficarão sob controle da universidade canadense, que pode ser acionada para verificar se os “usuários censurados” usaram o Psiphon para cometer crimes (pedofilia, racismo, fraude financeira) na web. A idéia, diz a universidade, é criar mecanismos para driblar a censura ao mesmo tempo em que garante a segurança na internet contra crimes comuns (não políticos e não ideológicos).

A universidades diz que existem dezenas de países em impõem restrições ao uso da web, como China, Vietnã, Coréia do Norte e Siria.

Fonte: Info

Escrito por Cynara Peixoto
Tecnologia, Governo
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Em 2007, o mercado de tecnologia da informação deve acompanhar crescimento de 13%, sobre os US$ 16,7 bilhões movimentados neste ano, segundo aponta Mauro Perez, diretor de pesquisas da IDC Brasil.

O avanço, entretanto, deve ficar abaixo dos 15% observados neste ano, segundo o especialista, em função de fatores globais. “Isso de dá pela própria curva de amadurecimento do mercado, que começa a alcançar mais estabilidade, além de uma prévia de desaceleração da economia mundial”, justifica Perez, ao citar a elevação do preço do dólar como outro fator que contribui para tais projeções.

Entre os principais destaques esperados para o ano, o analista acredita na manutenção dos segmentos de segurança e VoIP como os mais quentes para o período. “As vendas de licença de software de segurança devem aumentar 20% em relação aos US$ 145 milhões negociados neste ano”, acredita o consultor, ao lembrar que o setor ocupa a posição mais cobiçada pela cadeia de distribuição no país, há três anos.

Fonte: Redação IT Web

Escrito por Cynara Peixoto
Tecnologia
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SÃO PAULO - O Wal-Mart formou um grupo de estudos para analisar sua entrada em operações de comércio eletrônico. De acordo com o presidente do grupo no Brasil, Vicente Trius, a área receberá mais atenção da empresa a partir do ano que vem.

“Temos oportunidades. Estávamos um pouco devagar”, disse, referindo-se à prioridade dada até agora à expansão da empresa e aquisições de redes no Brasil. O executivo não forneceu mais detalhes sobre essa estratégia, mas há a possibilidade de que as operações comecem em 2007.

Atualmente, o grupo Wal-Mart já possui operação de Internet nos Estados Unidos, México, Porto Rico e Inglaterra, onde o serviço está sendo ampliado. De acordo com Trius, os únicos países onde o Wal-Mart não possui ainda operações de Internet são Argentina, Japão e Brasil.

A área de e-commerce faz parte da divisão especial, setor que integra atividades como farmácias, restaurantes e postos de gasolina. Atualmente, o Wal-Mart possui 114 farmácias, três postos e sete restaurantes.

As novas lojas de supermercados e hipermercados tendem a ser abertas com uma unidade de farmácia.

Essa divisão especial do grupo, que é uma vice-presidência, passou a ser ocupada há cerca de duas semanas por um novo executivo, Carlos Fernandes, vindo da Accenture, empresa da qual era sócio e responsável pela área de varejo.

Fonte: Estadão

Escrito por Cynara Peixoto
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