31/01/2007
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Um dos maiores sucessos da televisão vai destruir a própria TV. Entenda como, saiba o que vai mudar e veja por que você será um dos protagonistas desta história

Por Tiago Cordeiro, com edição de Alexandre Versignassi – Superinteressante


É que está chegando a era da “TV 2.0”. Nela, você é quem manda. São milhares de opções de programas, para assistir na hora em que der na telha. Além disso, não basta ver o seriado favorito. Você pode participar dele, virar praticamente um co-autor. Ou fazer suas próprias séries, se estiver a fim. Não é devaneio. Parte dessa nova TV está aqui e agora: ironicamente, em um dos maiores sucessos televisivos da história. O festejado Lost tem por trás dele justamente os elementos que vão destruir a televisão como a conhecemos. Quer ver? Então responda rápido:

Quem são os Outros? Qual é o significado dos números que estão na capa desta revista? O que, afinal de contas, está acontecendo naquela ilha?? De todas as respostas que os devotos da série da ABC pedem a Deus, poucas estão na TV. Elas existem (pelo menos em parte), só que fora da televisão. Quem quiser entrar de cabeça na história dos sobreviventes do desastre com o vôo 815 da Oceanic Airlines, e que agora estão desaparecidos numa ilha cheia de acontecimentos inexplicáveis, deve mergulhar na internet. Precisa conhecer o universo paralelo que os produtores e fãs da série criaram lá para resolver alguns mistérios da série.

Sim, pois Lost funciona como um jogo, elaborado com uma riqueza de detalhes que não cabe só na televisão. “O espectador assiste à série como quem joga um videogame. Ele ganha mais poder, armas e informações à medida que avança”, diz o professor de TV e cinema David Lavery, da Universidade Brunel, em Londres, e autor de Desvendando os Mistérios de Lost, que está sendo lançado no Brasil.

E para se manter afiado nesse jogo não adianta ficar sentado na poltrona, pegar uma cerveja na hora do intervalo e obedecer ao mantra “Continue com a nossa programação” depois que sobem os créditos.

A experiência de acompanhar Lost, afinal, não acaba quando um episódio termina. É nessa hora que o tal universo paralelo na rede começa a ferver. “A internet mudou o jeito como vemos TV. Instantaneamente, milhares de pessoas reagem ao episódio que acabou de ir ao ar. Seria idiota não prestar atenção a isso”, declarou o diretor J.J. Abrams, um dos criadores da série. Muitos desses fãs, aliás, “reagem ao episódio” MESES ANTES de ele passar na televisão. O que não falta é gente que se acostumou a ver Lost, e outras séries, sem que haja uma emissora transmitindo a coisa. É baixar num site qualquer de troca de arquivos e pronto. E isso é mais um sinal de que o futuro está aqui. De que a televisão que a gente conhece, aquela em que domingo é dia de Fantástico e que a novela das 8 começa religiosamente às 9, está dando seus últimos suspiros.

Para entender melhor essa revolução, voltemos ao dia 9 de novembro de 2006, logo após a exibição do 6º episódio da 3ª temporada de Lost. Era o penúltimo capítulo antes de uma pausa de 3 meses na série – que volta ao ar nos EUA a partir de 7 de fevereiro. Bom, nessa noite, fóruns de internet e blogs já tinham centenas de comentários sobre a polêmica da vez. Com base em uma única frase dita por um dos personagens, surgiu a tese de que o líder dos Outros, Benjamin Linus, é subordinado a Jacob Vanderfield, diretor da Hanso Foundation, a empresa por trás dos acontecimentos da ilha.


Detalhe: quem apenas assiste à série na TV nunca ouviu falar nesse tal Jacob Vanderfield. Ele só existe no mundo extratelevisivo de Lost – até setembro do ano passado, a Hanso Foundation tinha seu próprio site oficial, com lista de “membros da diretoria”. Claro que ele foi descoberto pelos fãs antes de a emissora que criou a série, a ABC, anunciá-lo oficialmente.

Pouco depois da exibição nos EUA, o episódio surgiu na internet. E já começavam a pipocar versões com legendas para várias línguas, feitas na raça por fãs que tinham acabado de baixar o episódio. Pronto: no dia 10 de novembro gente de todo o planeta dava suas contribuições à mais nova teoria sobre o que, afinal de contas, está acontecendo na ilha. Nesse processo todo, o que a TV tradicional fez foi transmitir o sinal de Lost para os EUA. O resto ficou nas mãos de pessoas comuns, como eu e você.

Mais sobre Lost:
Lostpedia:Maior enciclopédia dedicada a Lost

www.4815162342.com:Fórum com centenas teorias sobre o que está acontecendo na ilha

www.lostbrasil.com:Maior comunidade do Brasil dedicada a série

Escrito por Cynara Peixoto
Outros, TV Digital
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SÃO PAULO - A consultoria especializada em produtividade Tríade do Tempo anunciou o lançamento de uma versão online de uma ferramenta de controle de tempo e organização, o Neotriad, uma versão de aplicativo que a empresa comercializa para empresas e profissionais.

O Neotriad possui recursos de gerenciamento pessoal básicos como agenda, tarefas, contatos e informações. Ele também possui um gerenciador de metas, projetos e conhecimento.

Segundo Christian Barbosa, presidente da empresa, a ferramenta foi criada para auxiliar usuários de programas como o Outlook Express (que carece de módulos de agenda e gerenciamento de contatos) e tem por objetivo ajudar o usuário a ser mais produtivo, a partir do conhecimento de como ele gasta seu tempo.


Com módulos diversos de classificação, o Neotriad permite que o usuário gerencie o tempo gasto por atividade, gerando gráficos de aproveitamento

“Não somos mais um sistema de colaboração ou agenda na Internet. Temos uma metodologia para ensinar pessoas a usarem as ferramentas para ganharem tempo”, diz Barbosa.

Segundo o executivo, equipes podem compartilhar recursos pela internet, compartilhando agendas, tarefas e projetos, além de metas de trabalho e arquivos. O serviço pode ser experimentado gratuitamente por 30 dias. Depois desse período apenas a agenda de compromissos continua grátis. Para quem quiser assinar, existem planos a partir de R$ 12,00 mensais.

“Pela nossa experiência, 77% dos usuários que empregam a ferramenta diminuem a quantidade de atividades consideradas urgentes”, finaliza Barbosa. O software já conta com 30 mil usuários cadastrados.

Fonte: Estadão

Escrito por Cynara Peixoto
WEB2.0
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São Paulo, 31 de janeiro de 2007 – O mercado mundial tem um potencial de 50,5 milhões de usuários de IPTV até o fim de 2010, indica pesquisa do Multimedia Research Group. No Brasil, mercado deve ultrapassar 1 milhão de assinantes até 2010.

A análise leva em consideração uma estimativa de 317 milhões de assinantes DSL no mesmo ano. O DSL é uma tecnologia que utiliza a rede de telefonia fixa para trafegar dados e voz.

O estudo também indica que o faturamento global em IPTV será de 16,7 bilhões de euros em 2010, dos quais 12,8 bilhões de euros correspondem a serviços e 3,9 bilhões de euros a sistemas e software .

Diversas operadoras nos Estados Unidos e em países da Europa já oferecem o sistema para suas bases de clientes. A Belgacom, por exemplo, maior operadora de telefonia da Bélgica, lançou o serviço de IPTV em julho de 2005 e tem atualmente mais de 120 mil clientes. No primeiro trimestre de 2006, a prestadora teve um crescimento do número de assinantes superior a 160%. Atualmente, 70% dos domicílios belgas com ADSL têm disponibilidade para assinar o serviço.

A Siemens apresenta esta semana no Brasil sua solução de IPTV, a Surpass Home Enterteinment. No final de 2006, a Siemens investiu R$ 1,5 milhão de reais para montar um laboratório para o mercado de IPTV, em Curitiba, no Brasil.

Fonte: WNews

Escrito por Cynara Peixoto
Tecnologia, TV Digital
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Mal foi lançado, o Windows Vista já está sendo bombardeado de ataques de invasão para driblar os mecanismos de segurança usados no novo sistema operacional da Microsoft

SEATTLE, EUA – Os hackers já estão em ação para encontrar pontos vulneráveis no novo sistema operacional Windows Vista, chamado pela Microsoft como a versão mais segura já criada do programa.

A nova versão do Windows, sistema que aciona 95 por cento dos computadores do mundo, está disponível para os consumidores desde a terça-feira, depois de cinco de anos de desenvolvimento e de diversos adiamentos, causados por intenção da companhia de reforçar a segurança do software.

Um produto importante como o Windows Vista atrai interesse de todo o espectro do setor de segurança na computação, de crackers que buscam falhas que possam ser aproveitadas para fins criminais a hackers que desejam criar reputação como especialistas em segurança.

“As pessoas com certeza já estão trabalhando no Vista”, disse Jeff Moss, organizador da Defcon, a maior convenção mundial de hackers. “Se você é mal intencionado e descobre uma falha, é um caminho para distribuir malware e spyware.”

A maioria dos especialistas em segurança considera o Vista um sistema operacional mais seguro do que seu predecessor, o Windows XP, mas até mesmo a Microsoft reconhece que ele não é impenetrável, e que invasores certamente procurarão um ponto fraco para atacar.

Crackers podem usar spyware para monitorar um computador a distância e recolher informações sobre o usuário. Também podem controlar máquinas remotamente a fim de atacar sites, enviar spam ou fraudar anunciantes online.

Proteção

O Vista vem equipado com software de combate a spyware, e novos controles de contas podem restringir a capacidade do usuário para instalar involuntariamente programas capazes de causar danos. As versões mais caras oferecem um recurso chamado BitLocker, que codifica o disco rígido de uma máquina, em caso de perda ou roubo.

“Sabemos desde o começo que o software não será 100% seguro. Isso é impossível no setor de software… mas o Windows Vista conta com múltiplas camadas de defesa”, disse Stephen Toulouse, gerente sênior de produto no grupo de computação confiável da Microsoft.

O Windows Vista tem mais de 50 milhões de linhas de código e a Microsoft investiu US$ 6 bilhões para desenvolver seu primeiro sistema operacional desde o lançamento do Windows XP em outubro de 2001.

A capacidade da Microsoft de proteger o Windows de invasores é considerada como teste crucial de um produto que gerou mais de US$ 10 bilhões em vendas no ano passado, especialmente em se tratando de grandes clientes institucionais que precisam ter cuidado redobrado com suas informações e dados.

Johannes Ullrich, especialista em cibersegurança do grupo de pesquisa SANS Institute, acredita que hackers estejam trabalhando sem parar na tentativa de ganharem reconhecimento que será depositado no primeiro a encontrar e divulgar uma brecha de segurança no Vista.

Ele também alertou que crackers poderão ainda serem capazes de lançar ataques se aproveitando de vulnerabilidades do Internet Explorer e do Office e ponderou que os invasores podem conter suas estratégias até que mais pessoas passem a usar o novo sistema operacional.

“Ser o primeiro a criar um meio que explore uma brecha do Vista é algo que muitas pessoas desejam”, disse Ullrich. “E, no final, qualquer furo de segurança poderá ser explorado com objetivo de ganho financeiro.”

Fonte: Estadão

Escrito por Cynara Peixoto
Microsoft, Windows
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Fonte: Info

Escrito por Cynara Peixoto
WEB2.0
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