10/04/2007
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Já foi identificado o promeiro vírus para iPods. A empresa russa Karpersky Labs anunciou que o vírus, chamado de Podloso, ataca somente os players com sistema Linux. Apesar do código não criar nenhum dano ao tocador ou aos arquivos, alerta foi dado porque isso prova que é possível sim este tipo de aparelho ser infectado.

Para se contaminar, o usuário tem que instalar no iPod um aplicativo Linux já contaminado. Depois de executado, o código é armazenado no tocador, instalando-se em suas pastas, explica a Kaspersky Lab. O programa então escaneia o disco-rígido do iPod e contamina os arquivos com extensão “.elf”. Ao tentar acessar estes arquivos, o malware apresenta a frase “You are infected with Oslo, the first iPodLinux Vírus” ("você está infectado pelo Oslo, o primeiro vírus para iPods com Linux”).

Fonte: G1

Escrito por Cynara Peixoto
Outros, Linux, iPod, Apple
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30/03/2007
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O Latitude D520n tem 512 MB de RAM, 60 GB de disco rígido e custa R$ 2599, quase o mesmo que um portátil com Windows

A Dell anunciou hoje seu primeiro notebook sem sistema operacional instalado, o Latitude D520n, da linha nSeries. Segundo a empresa, o objetivo é atende a clientes que têm a necessidade de utilizar outros sistemas em suas máquinas, como Linux, Mac OS e Unix.

O portátil, que pesa 2,2 quilos, vem com processador Intel Celeron M430, tela LCD de 15 polegadas, 512MB de memória RAM, disco rígido de 60GB e tem 1 ano de garantia.

Junto dele, vem um CD com o FreeDOS — sistema operacional de código aberto variante do MS-DOS e distribuído de acordo com o GNU (General Public License) que não vem instalado em fábrica.

Em relação ao hardware, aos periféricos e à BIOS, o equipamento é idêntico aos outros portáteis da empresa.

O preço sugerido do Latitude D520n é de R$ 2.599, bem semelhante Latitude D520, cuja configuração é a mesma e custa R$ 2957. Segundo Fernanda Baggio, gerente de produtos da Dell, isso ocorre porque a empresa possui um acordo Global com Microsoft que permite entregar ao cliente máquinas com o sistema operacional pré-instalado na fábrica a um preço menor do que quando se compra o software separadamente. Desta forma, o nSeries é uma alternativa para clientes que não desejam ter o Windows instalado em seus equipamentos.

Outros concorrentes, como Itautec, Novadata e HP dizem não dispor deste tipo de notebook.

Fonte: PCWorld

Escrito por Cynara Peixoto
Linux, Notebook, Windows
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12/03/2007
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A Red Hat, principal distribuidora do sistema operacional Linux, planeja criar uma loja na web para elevar as vendas de seu software de código-fonte aberto e de produtos compatíveis oferecidos por outras empresas, disse uma fonte familiarizada com o plano.

A empresa planeja anunciar a estratégia na semana que vem, quando lançará a primeira grande atualização em dois anos de seu sistema operacional básico, que funciona no padrão Linux. Procurada, a Red Hat recusou-se a comentar o assunto.

Será realizada uma reunião em São Francisco, na próxima quarta-feira (14), para demonstrar o sistema operacional e explicar a nova direção estratégica que a empresa pretende tomar, de acordo com um convite distribuído por e-mail.

Segundo a fonte, a produtora de software quer colocar a loja virtual em operação antes do final do ano, com número limitado de produtos, e expandi-la lentamente. O Linux é o mais popular tipo de software livre, e foi desenvolvido como alternativa a softwares como o Windows, da Microsoft.

O modelo de fonte aberta permite que programadores compartilhem os códigos que vierem a desenvolver e acrescentem funções ao programa gratuitamente.

A Red Hat cobra de clientes corporativos para desenvolver ferramentas específicas, manutenção e suporte técnico.

Fonte: G1

Escrito por Cynara Peixoto
Linux, Software livre
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06/02/2007
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Para difundir o conceito do software livre, a Mandriva Conectiva lança o Academic Partner, programa de parcerias com universidades para a realização de cursos relacionados à plataforma Linux.

O programa é voltado para os cursos da área de tecnologia, como Sistemas de Informação, Engenharia da Computação, Informática e Ciências da Computação. Os cursos em Linux podem ser incorporados à grade curricular ou oferecidos como disciplinas extras.

Para participar do programa, a instituição deve ser aprovada pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura), ter laboratórios aptos para a instalação do padrão do software Mandriva Linux e se comprometer a usar o material oficial e a ter treinadores certificados pela companhia.

As apostilas e CDs de instalação foram desenvolvidos especialmente para as aulas nas faculdades. Ao aderir à parceria, a universidade recebe também o material de divulgação e um espaço para seu logo no site da Mandriva.

As instituições interessadas devem preencher um formulário de parceria pela internet.

Atualmente, a Mandriva Conectiva conta com 125 parcerias de treinamento, sendo que dez são universidades.

Mais informações podem ser encontradas no site da empresa ou pelo telefone (41) 3360-2600.

Fonte: IDG Now

Escrito por Cynara Peixoto
Linux, Software livre
4 Comentários
31/01/2007
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O novo Flash Player 9 tem novidades como o ActionScript Virtual Machine (AVM2) e segundo a empresa, ele aumenta o desempenho de execução em 10 vezes. Esse era um dos maiores requisitos por desenvolvedores sérios da plataforma.

O código-fonte dessa máquina virtual otimizida foi fornecido para a Mozilla Foundation, que através de um projeto chamado Tamarin, irá incorporar essa máquina virtual ao Firefox. Isso significa que o JavaScript como conhecemos hoje cederá o lugar para algo muito melhor, compilado, performático e, finalmente, um depurador decente.

Além disso, o Flash pode ser gerado através do Flex 2 SDK e Flex Data Services, APIs de desenvolvimento gratuitas, fornecidas pela Adobe. Eles geram Flash a partir de uma linguagem de marcação baseada em XML.

Há ainda uma versão separada para desenvolvedores, com depurador, que pode ser encontrada aqui.

A Adobe acertou em cheio quando ouviu as maiores reclamações dos desenvolvedores envolvidos com Flash: performance e ferramentas. Investindo cada vez mais nesses dois aspectos e não deixando de lado as funcionalidades multimídia para os designers, o futuro da plataforma parece garantido.

Quem desenvolve em Flash adora 5 coisas:
1. Não há HTML para se preocupar e todo mundo vê a mesma coisa, não importa o browser ou sistema operacional;
2. Pode-se usar CSS para alterar algumas características da exibição;
3. Linguagem de script interna, mais poderosa que o JavaScript, mas compatível com o mesmo e capaz de se conectar com middleware (PHP, JSP, ASP, .Net, etc);
4. Player pequeno;
5. Streaming de vídeo e som de boa qualidade, interação e animação vetorial.

Fonte: Adobe e MeioBit

Escrito por Cynara Peixoto
Linux
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