23/10/2007
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Nunca mais você vai assistir Tubarão do mesmo jeito

Já imaginou assistir uma corrida de Fórmula 1 e ver o carro saindo da tela e vindo em sua direção? Ou como seria ver o filme Tubarão (clássico!) em uma TV tridimensional? E nunca uma novela estaria tão presente na sua casa. Quem já experimentou um cinema 3D sabe um pouco como é esta sensação.

Não é algo tão distante da realidade. Empresas como Samsung e a Mitsubishi estão investindo em pesquisas de inserção de imagens 3D em TVs de Plasma. A Samsung já está saindo na frente: dos 17 modelos da empresa em 2007, 14 são preparados para imagens em terceira dimensão. A empresa ainda vende um kit 3D que contém dois pares de óculos 3D e um transmissor 3D (ambos sem fio) e um software que transforma imagens e vídeos em um DVD comum em 3D, permitindo inclusive jogar games no computador em terceira dimensão. Tudo isso ao custo de 199,00 dólares.

Estamos chegando próximo da tecnologia de Minority Report?

Por outro lado, a Mitsubishi pretende inserir 3D também em discos Blu-Ray, consoles de video-game e transmissões pela TV. Já existe inclusive um site listando os filmes, televisores e projetores que são compatíveis em 3D. Confira!

Fonte: EH

Escrito por Cynara Peixoto
Tecnologia, TV Digital
1 Comentário
21/03/2007
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Ofertas vêm por e-mail e primeiras unidades serão entregue até o final desta semana

Diversos leitores e membros da equipe do Macworld, em São Francisco (EUA), afirmaram ter recebido notificações da Apple nesta terça-feira (20/02) dizendo que a Apple TV começa a ser vendida nos Estados Unidos. O prazo de entrega varia, mas a maior parte das unidades será entregue até o final desta semana.

Apresentada durante a Macworld Expo, em janeiro, a Apple TV preenche a lacuna entre o computador e o sistema de entretenimento doméstico.

O aparelho traz conexões nos padrões USB 2, Ethernet, HDMI, Component Vídeo e Optical Áudio. Também suporta os padrões sem fio 802.11b, 802.11g e 802.11n, permitindo ao usuário transmitir conteúdos do seu Mac ou PC rodando iTunes 7 para a TV.

A capacidade wireless sincroniza a biblioteca do iTunes a qualquer Mac ou PC na casa. Além disso, qualquer mudança feita no iTunes se reflete imediatamente na Apple TV. O aparelho permite acessar e gerenciar bibliotecas de até cinco computadores.

Embora o iPhone tenha sido a novidade mais celebrada do Macworld Expo, analistas acreditam que a Apple TV pode ter ainda mais sucesso.

“No longo prazo, estrategicamente, a Apple TV é uma plataforma de geração de receita muito maior que o iPhone”, opina Jeff Heynen, analista da Infonetics Research. “É um dispositivo de 300 dólares que milhões de pessoas vão colocar nos seus lares contra um aparelho de 500 dólares [o iPhone] em um mercado que está saturado com BlackBerries e similares”.

Fonte: PCWorld

Escrito por Cynara Peixoto
TV Digital, Apple
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13/03/2007
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Segundo o TechGuru, a Pinnacle, criadora de placas que sintonizam canais de TV, avançou mais um pouco neste setor e lançou um produto do gênero de dimensões compactas, com o tamanho de um pen drive e com entrada USB.


Com o nome de PCTV DVB-T Flash Stick, o dispositivo necessita de uma antena externa para a sintonização, que já vem inclusa com o produto e conta ainda um software que ocupa um respeitável espaço de 1GB em seu HD. A placa traz recurso de varredura automática para canais de TV e estações de rádio e grava os programas no disco rígido do PC nos formatos MPEG2 e/ou DivX. Oferece ainda controle remoto e custa 100 euros.

Escrito por Cynara Peixoto
TV Digital
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31/01/2007
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Um dos maiores sucessos da televisão vai destruir a própria TV. Entenda como, saiba o que vai mudar e veja por que você será um dos protagonistas desta história

Por Tiago Cordeiro, com edição de Alexandre Versignassi – Superinteressante


É que está chegando a era da “TV 2.0”. Nela, você é quem manda. São milhares de opções de programas, para assistir na hora em que der na telha. Além disso, não basta ver o seriado favorito. Você pode participar dele, virar praticamente um co-autor. Ou fazer suas próprias séries, se estiver a fim. Não é devaneio. Parte dessa nova TV está aqui e agora: ironicamente, em um dos maiores sucessos televisivos da história. O festejado Lost tem por trás dele justamente os elementos que vão destruir a televisão como a conhecemos. Quer ver? Então responda rápido:

Quem são os Outros? Qual é o significado dos números que estão na capa desta revista? O que, afinal de contas, está acontecendo naquela ilha?? De todas as respostas que os devotos da série da ABC pedem a Deus, poucas estão na TV. Elas existem (pelo menos em parte), só que fora da televisão. Quem quiser entrar de cabeça na história dos sobreviventes do desastre com o vôo 815 da Oceanic Airlines, e que agora estão desaparecidos numa ilha cheia de acontecimentos inexplicáveis, deve mergulhar na internet. Precisa conhecer o universo paralelo que os produtores e fãs da série criaram lá para resolver alguns mistérios da série.

Sim, pois Lost funciona como um jogo, elaborado com uma riqueza de detalhes que não cabe só na televisão. “O espectador assiste à série como quem joga um videogame. Ele ganha mais poder, armas e informações à medida que avança”, diz o professor de TV e cinema David Lavery, da Universidade Brunel, em Londres, e autor de Desvendando os Mistérios de Lost, que está sendo lançado no Brasil.

E para se manter afiado nesse jogo não adianta ficar sentado na poltrona, pegar uma cerveja na hora do intervalo e obedecer ao mantra “Continue com a nossa programação” depois que sobem os créditos.

A experiência de acompanhar Lost, afinal, não acaba quando um episódio termina. É nessa hora que o tal universo paralelo na rede começa a ferver. “A internet mudou o jeito como vemos TV. Instantaneamente, milhares de pessoas reagem ao episódio que acabou de ir ao ar. Seria idiota não prestar atenção a isso”, declarou o diretor J.J. Abrams, um dos criadores da série. Muitos desses fãs, aliás, “reagem ao episódio” MESES ANTES de ele passar na televisão. O que não falta é gente que se acostumou a ver Lost, e outras séries, sem que haja uma emissora transmitindo a coisa. É baixar num site qualquer de troca de arquivos e pronto. E isso é mais um sinal de que o futuro está aqui. De que a televisão que a gente conhece, aquela em que domingo é dia de Fantástico e que a novela das 8 começa religiosamente às 9, está dando seus últimos suspiros.

Para entender melhor essa revolução, voltemos ao dia 9 de novembro de 2006, logo após a exibição do 6º episódio da 3ª temporada de Lost. Era o penúltimo capítulo antes de uma pausa de 3 meses na série – que volta ao ar nos EUA a partir de 7 de fevereiro. Bom, nessa noite, fóruns de internet e blogs já tinham centenas de comentários sobre a polêmica da vez. Com base em uma única frase dita por um dos personagens, surgiu a tese de que o líder dos Outros, Benjamin Linus, é subordinado a Jacob Vanderfield, diretor da Hanso Foundation, a empresa por trás dos acontecimentos da ilha.


Detalhe: quem apenas assiste à série na TV nunca ouviu falar nesse tal Jacob Vanderfield. Ele só existe no mundo extratelevisivo de Lost – até setembro do ano passado, a Hanso Foundation tinha seu próprio site oficial, com lista de “membros da diretoria”. Claro que ele foi descoberto pelos fãs antes de a emissora que criou a série, a ABC, anunciá-lo oficialmente.

Pouco depois da exibição nos EUA, o episódio surgiu na internet. E já começavam a pipocar versões com legendas para várias línguas, feitas na raça por fãs que tinham acabado de baixar o episódio. Pronto: no dia 10 de novembro gente de todo o planeta dava suas contribuições à mais nova teoria sobre o que, afinal de contas, está acontecendo na ilha. Nesse processo todo, o que a TV tradicional fez foi transmitir o sinal de Lost para os EUA. O resto ficou nas mãos de pessoas comuns, como eu e você.

Mais sobre Lost:
Lostpedia:Maior enciclopédia dedicada a Lost

www.4815162342.com:Fórum com centenas teorias sobre o que está acontecendo na ilha

www.lostbrasil.com:Maior comunidade do Brasil dedicada a série

Escrito por Cynara Peixoto
Outros, TV Digital
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São Paulo, 31 de janeiro de 2007 – O mercado mundial tem um potencial de 50,5 milhões de usuários de IPTV até o fim de 2010, indica pesquisa do Multimedia Research Group. No Brasil, mercado deve ultrapassar 1 milhão de assinantes até 2010.

A análise leva em consideração uma estimativa de 317 milhões de assinantes DSL no mesmo ano. O DSL é uma tecnologia que utiliza a rede de telefonia fixa para trafegar dados e voz.

O estudo também indica que o faturamento global em IPTV será de 16,7 bilhões de euros em 2010, dos quais 12,8 bilhões de euros correspondem a serviços e 3,9 bilhões de euros a sistemas e software .

Diversas operadoras nos Estados Unidos e em países da Europa já oferecem o sistema para suas bases de clientes. A Belgacom, por exemplo, maior operadora de telefonia da Bélgica, lançou o serviço de IPTV em julho de 2005 e tem atualmente mais de 120 mil clientes. No primeiro trimestre de 2006, a prestadora teve um crescimento do número de assinantes superior a 160%. Atualmente, 70% dos domicílios belgas com ADSL têm disponibilidade para assinar o serviço.

A Siemens apresenta esta semana no Brasil sua solução de IPTV, a Surpass Home Enterteinment. No final de 2006, a Siemens investiu R$ 1,5 milhão de reais para montar um laboratório para o mercado de IPTV, em Curitiba, no Brasil.

Fonte: WNews

Escrito por Cynara Peixoto
Tecnologia, TV Digital
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